Protocolos Atuais de Tratamento- COVID-19

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Os protocolos atuais de tratamento da COVID-19 visam o tratamento das infecções secundárias – principalmente as bacterianas – das falências de órgãos, das alterações inflamatórias, das alterações de coagulação, o controle das doenças pré-existentes, o equilíbrio hidroeletrolítico (hidratação e sais minerais) equilíbrio hemodinâmico (pressão arterial e pulso), a manutenção das funções fisiológicas e o tratamento dos sintomas.

Está-se procurando até hoje uma droga que impeça a replicação viral ou que previna a infecção viral pelo Corona vírus, mas até agora nenhuma foi cientificamente confirmada como efetiva. As ações correspondentes a cada um dos comemorativos da doença têm o seu momento certo para serem iniciadas e mantidas ou suspensas em cada pessoa. A avaliação tem que ser individual e instantânea. Não existem doenças.

Existem doentes. Não existe fígado doente. Existe pessoa doente. Não se separa corpo, alma e espírito. Tudo tem que ser tratado em conjunto e tem que ser avaliado indivíduo a indivíduo e momento a momento. Há que se proceder à anamnese (entrevista com o doente em que ele rememora o que sente e seus antecedentes mórbidos), ao exame físico e, se necessário, a exames subsidiários, para se chegar ao diagnóstico clínico daquele paciente, naquele momento em que está sendo avaliado. E tomar as providências conforme esses achados, mudando-as periodicamente conforme novas avaliações clínicas e exames subsidiários ao longo do tempo. 

Não existem fórmulas milagrosas e nem “tratamento precoce” ou “tratamento tardio”. Isso foi criado por leigos e aproveitadores frente ao despreparo e pânico da população, a qual sofre de forma passiva com essas discussões infelizes, improprias e estéreis provocadas por aqueles que dizem: “Eu sou bom porque os outros são ruins” ou “Ninguém sabe nada. Só eu”, os quais tentar lucrar de alguma forma das dúvidas, confusões e caos.

O caminho é a experiência empírica, conforme forem aparecendo os doentes e as manifestações dessa doença em cada pessoa, seguida da experiência científica, que organiza e direciona o empirismo, sem se dar ouvidos a asnos que se dizem sábios.

Se for para ouvirmos, que ouçamos debates com médicos da dimensão de um professor David Uip ou Professor Kallil, professores titulares de Infectologia da USP, ou outros com currículo semelhante.

Gilberto Archêro Amaral CREMESP 46.508

Especialista em Medicina do Trabalho, Especialista em Medicina Legal, Responsável Técnico da ASSESSO                                                                                                                                                                                                              

 

 

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